AS PRODUÇÕES

 

 1ª MOSTRA DE CINEMA FEMISTA

A 1ª Mostra de Cinema Feminista aconteceu em 2015 juntamente às atividades do DiversAs: Feminismo Arte e Resistência. Esse evento reuniu diversas coletivas e artistas independentes da cidade com o intuito de pensar o 8 de março num viés que envolvesse política e arte. Dar visibilidade e fomentar as artistas e produtoras. Com a mesma força e proposta montamos nossa mostra. De caráter ainda incipiente, a mostra dialogava fortemente com experimentações performáticas e vídeos de resistência. Foram exibidos dentro do Baixo Centro Cultural e no baixio do viaduto Santa Tereza vinte e uma produções, dentre vídeos e curtas metragens, produzidos em três estados Brasília, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.

2ª MOSTRA DE CINEMA FEMINISTA

A segunda Mostra também ocorreu simultaneamente a DiversAs e ocupamos cinco localidades dentre espaços culturais e espaços públicos. Abrimos um edital e conseguimos distribuir todas as inscrições pelos espaços de sessão de cinema que firmamos, Espaço Comum Luiz Estrela, Espaço Pierrot Lunar, Associação Suricato, Espaço Crava e o baixio do viaduto Santa Tereza. Foram 53 filmes exibidos, contemplando cerca de 12 estados.

 

3ª MOSTRA DE CINEMA FEMINISTA

Na terceira Mostra firmamos a parceria com o cinema do SESC Palladium consolidando um evento de grande alcance na cidade e de público. O processo de curadoria toma forma e baliza nossa programação. Damos inicio ao desejo de proporcionar debates temáticos envolvendo os filmes e conversas com as diretoras. Levamos 849 pessoas para a sala de cinema em 5 dias e exibimos mais de 40 filmes realizados por diretoras de todo o país e internacionais.

 

4ª MOSTRA DE CINEMA FEMINISTA

Na quarta edição ampliamos consideravelmente o número de inscrições alcançando mais de 400 filmes contemporâneos feitos por mulheres. Com tamanha expectativa, ocupamos a sala pública de cinema do SESC Palladium por 8 dias, levando mais de 800 pessoas à sala de exibição. Em tempos de golpe a Mostra se consolidou na cidade se tornando uma das manifestações esperadas nas resistências que se iniciam no 8 de março.