A COLETIVA
A Coletiva Malva surgiu a partir do encontro de produtoras e curadoras de Belo Horizonte, integrando em sua composição a psicóloga Daniela Pimentel, a historiadora Letícia Souza, a comunicadora Mirela Persichini e a cientista social Rita...
MOSTRA DE CINEMA FEMINISTA
  É a partir da produção incessante e embativa do olhar feminino ao devolver sua estética, sua dimensão, seu corpo, seu devir feminista à comunidade através de materiais audiovisuais que desenvolvemos, desde 2015, a Mostra...

A COLETIVA

A Coletiva Malva surgiu a partir do encontro de produtoras e curadoras de Belo Horizonte, integrando em sua composição a psicóloga Daniela Pimentel, a historiadora Letícia Souza, a comunicadora Mirela Persichini e a cientista social Rita Boechat. Essa parceria surge com o intuito de fomentar, não somente os trabalhos concebidos por mulheres, mas também pensar a construção e o pensamento audiovisual nacional pelo viés feminino. Nesse sentido, diversos são os produtos já realizados pela Coletiva, mostras, curadorias, produções e realizações cinematográficas.

 

NOSSA HISTÓRIA

Após longos anos de amizade, no ano de 2015, Letícia, Mirela e Rita se juntaram para compor a produção de mostras concebidas pela programação do cinema do SESC Palladium. Nesse mesmo ano, surge na cidade um movimento artístico/político de mulheres onde se somaram diversas coletivas e artistas independentes para compor a ação DiversAs: Feminismo, Arte e Resistência, que deu o pontapé inicial para a concretização da 1ª Mostra de Cinema Feminista de Belo Horizonte.

Em 2016, com a proposta de abertura de edital e curadoria para duas mostras a acontecer no mesmo ano, a parceria com Daniela se firma pela sintonia já firmada e afinidades cinematográficas e afetivas. Realizamos a segunda edição da mostra e estreamos, em parceria com a Virada Cultural de BH, a mostra Cine-Rua Feminista, essa voltada à vídeos e curtas metragens numa linha mais performática e experimental. No mesmo ano, iniciamos nossas parcerias com o projeto Zona Lamm (Laboratório de Artes Musicais para Mulheres) com a proposta de uma sessão de curtas metragens feitos por mulheres.

Consolidando na cidade as ações da Coletiva, em 2017, abrangemos nossas parcerias e realizações entre diversos setores e realizadoras. Dentre elas, realizamos a terceira edição da Mostra de Cinema Feminista, uma edição em menor escala dessa mesma mostra em Florianópolis, parcerias das Malvas com o  Projeto Cinema dos Quilombos no Quilombo Palmital, com o FAN (Festival de Arte Negra), com o MIS (Museu da Imagem e do Som) juntamente à Rede Feminista de Saúde e CRP (Conselho Regional de Psicologia), e além disso compomos a arte gráfica/animação, produção, still e apoio no longa metragem Lírios não Nascem da Lei de Fabiana Leite BH-MG.

Para 2018 abriremos o edital da 4ª Mostra de Cinema Feminista no dia 4 de setembro deste ano (fiquem atentas!) e muitas ideias em conjunto para sair do papel!

Sigamos juntas!

 

 

 

MALVAS

 

Daniela Pimentel – Psicóloga de formação pela UFMG e mestranda em Teoria Psicanalítica – Investigações no campo e cultura UFMG. Já atuou como produtora em longas e curtas metragens. Coordenadora do Cinecipó – Festival do Filme Insurgente, e também coordenadora e curadora da Coletiva Malva e suas mostras.

Léticia Souza – Formada em História pela PUC-Minas e com formação técnica em cinema e fotografia. Atua  como fotógrafa no teatro, na música e no cinema. Já compôs curadoria em parceria com a Rede Feminista de Saúde, Conselho Regional de Psicologia de Minas Gerais e Cinecipó – Festival Internacional do Filme Insurgente MG, assim como é também coordenadora e curadora da Coletiva Malva e suas mostras.

Mirela Persichini – Comunicadora de formação pela PUC-Minas, diretora e editora de cinema e vídeo. Realizadora de diversos curtas metragens, clipes e vídeos institucionais. É fotografa de inúmeras bandas e espetáculos da cidade. Coordenadora e curadora da Coletiva Malva e suas mostras.

Rita Boechat – Cientista social de formação pela PUC-Minas, mestranda em Ciências Sociais – Cidades: cultura, trabalho e políticas públicas PUC-Minas, com formação em cinema pela Escola Livre de Cinema de BH. Já atuou como assistente de direção e continuísta em diversos longas e curtas metragens. Coordenadora e curadora da Coletiva Malva e suas mostras.

4º mostra de cinema feminista
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MOSTRA DE CINEMA FEMINISTA

 

É a partir da produção incessante e embativa do olhar feminino ao devolver sua estética, sua dimensão, seu corpo, seu devir feminista à comunidade através de materiais audiovisuais que desenvolvemos, desde 2015, a Mostra de Cinema Feminista. Testemunhamos  o cinema realizado por mulheres como balizador das insurgências contra a misoginia, o feminicídio, a cultura do estupro, assédio e agressões aos nossos corpos, mas que se consagra no enfrentamento do dia a dia à composição totalizante e hegemônica do cinema nacional e global. Estamos conjuntamente na luta pela visibilidade e fortalecimento das culturas negras, indígenas, camponesas, LGBTIQ’s e partimos do pressuposto que mulher é todo ser humano que se identifica com o gênero feminino.

Procurando dar visibilidade às produções de diretoras mulheres, no que tange o cenário restrito desse segmento nos festivais, mostras e outros espaços institucionais, a Mostra criou sua cara e seu lugar na cidade. O crescimento e autoridade da Mostra consagraram-se durante esses três anos quando a abrangência autoral das exibições congregou diversas localidades do país e mundo a fora. De 2015 para cá, superamos em mais que o dobro o número de inscrições e atingimos cidades e recôncavos que não haviam aparecido para nós anteriormente. Constatamos que existem diversos feminismos em curso, e que de forma interseccional se relacionam com as realidades e situações que cada mulher enfrenta. De forma mais ampla, concebemos que a postura feminista da coletiva busca a igualdade de oportunidades e reconhecimento no setor que trabalhamos. Nisso acreditamos e caminhamos.

Em sua primeira edição,  em 2015, a mostra exibiu 21 filmes, produzidos em três estados Brasília, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Na segunda mostra, foram 53 filmes contemplando cerca de 12 estados. Na primeira e segunda edição a proposta ocupou espaços públicos e culturais da cidade levando em si, a prerrogativa da diversidade também nos locais de exibição. Em sua última edição, firmamos uma parceria com SESC Palladium que somou a força da sala de cinema pública com a potência da mostra, trazendo 849 pessoas para a sala em 5 dias e exibindo mais de 40 filmes realizados por diretoras de todo o país e internacionais.  Todo esse processo, ainda em construção, demonstra o quanto o mercado audiovisual para a mulher urge por espaços como este.

A CURADORIA

O que nos move? Ao que nos identificamos? O que é sagrado para nós? De que forma habitamos este mundo? Acreditamos responder em conjunto às obras a dimensão do que ainda estamos inventando. Fazemos parte de uma rede amplificada de vozes de mulheres que cada vez mais se autorizam a discorrerem em escritura e imageticamente como nos mostramos, como nos olhamos, como nos sentimos. Composições da mulher por mulher é conectar-se às memórias, ao corpo, à imagem de si. No processo de curadoria nos colocamos à disposição de olhares e cosmologias que por mais distantes, nos eram familiares. Para além de pensar o status da mulher no mundo contemporâneo, priorizamos nos conectar às linguagens perpetradas pelas diretoras na viabilização do que entendemos como, de fato, expressões totais daquilo que vivemos como cinema. O processo de curadoria prima pela diversidade, importância dos temas e da representatividade. Esperamos atingir a pública da mesma forma como somos afetadas pelo conteúdo dos filmes escolhidos.

Agradecemos a todas as realizadoras e parceiras por essas vivências!

É a partir da produção incessante e embativa do olhar feminino ao devolver sua estética, sua dimensão, seu corpo, seu devir feminista à comunidade através de materiais audiovisuais que desenvolvemos, desde 2015, a Mostra de Cinema Feminista. Testemunhamos  o cinema realizado por mulheres como balizador das insurgências contra a misoginia, o feminicídio, a cultura do estupro, assédio e agressões aos nossos corpos, mas que se consagra no enfrentamento do dia a dia à composição totalizante e hegemônica do cinema nacional e global. Estamos conjuntamente na luta pela visibilidade e fortalecimento das culturas negras, indígenas, camponesas, LGBTIQ’s e partimos do pressuposto que mulher é todo ser humano que se identifica com o gênero feminino.

Procurando dar visibilidade às produções de diretoras mulheres, no que tange o cenário restrito desse segmento nos festivais, mostras e outros espaços institucionais, a Mostra criou sua cara e seu lugar na cidade. O crescimento e autoridade da Mostra consagraram-se durante esses três anos quando a abrangência autoral das exibições congregou diversas localidades do país e mundo a fora. De 2015 para cá, superamos em mais que o dobro o número de inscrições e atingimos cidades e recôncavos que não haviam aparecido para nós anteriormente. Constatamos que existem diversos feminismos em curso, e que de forma interseccional se relacionam com as realidades e situações que cada mulher enfrenta. De forma mais ampla, concebemos que a postura feminista da coletiva busca a igualdade de oportunidades e reconhecimento no setor que trabalhamos. Nisso acreditamos e caminhamos.

Em sua primeira edição,  em 2015, a mostra exibiu 21 filmes, produzidos em três estados Brasília, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. Na segunda mostra, foram 53 filmes contemplando cerca de 12 estados. Na primeira e segunda edição a proposta ocupou espaços públicos e culturais da cidade levando em si, a prerrogativa da diversidade também nos locais de exibição. Em sua última edição, firmamos uma parceria com SESC Palladium que somou a força da sala de cinema pública com a potência da mostra, trazendo 849 pessoas para a sala em 5 dias e exibindo mais de 40 filmes realizados por diretoras de todo o país e internacionais.  Todo esse processo, ainda em construção, demonstra o quanto o mercado audiovisual para a mulher urge por espaços como este.

A CURADORIA

O que nos move? Ao que nos identificamos? O que é sagrado para nós? De que forma habitamos este mundo? Acreditamos responder em conjunto às obras a dimensão do que ainda estamos inventando. Fazemos parte de uma rede amplificada de vozes de mulheres que cada vez mais se autorizam a discorrerem em escritura e imageticamente como nos mostramos, como nos olhamos, como nos sentimos. Composições da mulher por mulher é conectar-se às memórias, ao corpo, à imagem de si. No processo de curadoria nos colocamos à disposição de olhares e cosmologias que por mais distantes, nos eram familiares. Para além de pensar o status da mulher no mundo contemporâneo, priorizamos nos conectar às linguagens perpetradas pelas diretoras na viabilização do que entendemos como, de fato, expressões totais daquilo que vivemos como cinema. O processo de curadoria prima pela diversidade, importância dos temas e da representatividade. Esperamos atingir a pública da mesma forma como somos afetadas pelo conteúdo dos filmes escolhidos.

Agradecemos a todas as realizadoras e parceiras por essas vivências!

PRIMIERA MOSTRA DE CINEMA FEMISTA

A 1ª Mostra de Cinema Feminista aconteceu em 2015 juntamente às atividades do DiversAs: Feminismo Arte e Resistência. Esse evento reuniu diversas coletivas e artistas independentes da cidade com o intuito de pensar o 8 de março num viés que envolvesse política e arte. Dar visibilidade e fomentar as artistas e produtoras. Com a mesma força e proposta montamos nossa mostra. De caráter ainda incipiente, a mostra dialogava fortemente com experimentações performáticas e vídeos de resistência. Foram exibidos dentro do Baixo Centro Cultural e no baixio do viaduto Santa Tereza vinte e uma produções, dentre vídeos e curtas metragens, produzidos em três estados Brasília, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.

SEGUNDA MOSTRA DE CINEMA FEMINISTA

A segunda Mostra também ocorreu simultaneamente a DiversAs e ocupamos cinco localidades dentre espaços culturais e espaços públicos. Abrimos um edital e conseguimos distribuir todas as inscrições pelos espaços de sessão de cinema que firmamos, Espaço Comum Luiz Estrela, Espaço Pierrot Lunar, Associação Suricato, Espaço Crava e o baixio do viaduto Santa Tereza. Foram 53 filmes exibidos, contemplando cerca de 12 estados.

TERCEIRA MOSTRA DE CINEMA FEMINISTA

Na terceira Mostra firmamos a parceria com o cinema do SESC Palladium consolidando um evento de grande alcance na cidade e de público. O processo de curadoria toma forma e baliza nossa programação. Damos inicio ao desejo de proporcionar debates temáticos envolvendo os filmes e conversas com as diretoras. Levamos 849 pessoas para a sala de cinema em 5 dias e exibimos mais de 40 filmes realizados por diretoras de todo o país e internacionais.

 

 

 

CONTATO

coletivamalva@gmail.comRua Corumbataí 75 Lagoinha Belo Horizonte

Danila Pimetell  |  Leticia Souza | Mirela Persichini  |  Rita Boechat